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terça-feira, 16 de julho de 2013
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
WAGNER BRAZIL
Recifense, é formado em Publicidade e Propaganda, pós graduação em Dança Educacional e Artes Cênicas, coreógrafo, professor de Dança de salão e dançarino profissional. Começou sua carreira na década de 90, entrando na Companhia de Dança de Salão Terapia, hoje faz parte atualmente, da Artdance Company em Berlin/Alemanha. É filiado ao sindicato dos artistas de Pernambuco.
Também participou de aulas de Ballet, dança contemporânea e Jazz com a renomada professora Fátima Vilar, e danças populares pernambucanas com Julio Cezar, Ailton Silva aperfeiçoando suas técnicas tendo também participado de diversos cursos e aulas com inúmeros professores de prestígio no cenário da dança de salão do Brasil e Europa.
Vem construindo um trabalho forte e sólido, dando Workshops e fazendo shows com suas próprias coreografias na Europa e no Brasil já sendo reconhecido Internacionalmente através do seu trabalho.
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segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Grandes Eventos de Dança de Salão em Recife/PE.
No mês de Novembro de 2011, Recife vai esta sediando 02 grandes eventos com diversos ritmos de dança de salão.
Com profissionais de renome no cenário nacional e internacional, profissionais que juntos irão passar suas experiências de trabalho para alunos iniciantes, avançados e profissionais na arte da dança de salão.
GARANTA SUA VAGA!


segunda-feira, 10 de outubro de 2011
CONTATO
Dúvidas, Solicitações ou orçamentos, entre em contato!
Wagner Brazil
Coreografo e Professor de danças de salão.
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Coreografo e Professor de danças de salão.
| E-mail: wagner_brazil@hotmail.com +55 (81) 9979 3663. Tim - WhatsApp. Recife/PE. |
| +55 (81) 8689 6125. Oi - Recife/PE. |
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sábado, 8 de outubro de 2011
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Workshop de Samba Wekeend Setembro.
Workshop Zouk Congresso Berlin 2011.
Workshop Dresden/Berlin
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Workshop Balada Latina. Recife/PE.
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sexta-feira, 7 de outubro de 2011
CONGRESSOS / WORKSHOPS REALIZADOS.
EVENTOS 2013 (EM CONSTRUÇÃO)
EVENTOS 2012
Congresso Maratona Zouk/PE - Janeiro2012
Workshop de Zouk / Recife - na Escola Dançar - Março e Abril 2012
Zouk-PE 12 de Novembro 2011
EVENTOS 2012
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3nd Internacional Zouk Festival Berlin Congresso - Junho 2012
Parada Zouk Fest -Agosto
1 - ST International Zouk Roma Congress - Novembro
Workshop e Classe de Samba e Zouk - Novembro
Berlin Kizomba Sensual Secret Workshop e show de Zouk - Novembro
Lamanbita Salsa Tanzschule Workshop de Zouk - Novembro
Forró do Urso Workshop de forró - Novembro
Dresden/ Alemanha Workshop de Zouk - Dezembro
Berlin Workshop Samba de Gafieira Dezembro
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Berlin Kizomba Sensual Secret Workshop e show de Zouk - Novembro
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SERVIÇOS
NOSSOS SERVIÇOS.
Dispomos de serviços específicos para aulas particulares em sua casa individual ou para grupos, casamentos, festas de debutantes, para torna seu evento especial e único, trabalhamos para eventos corporativos ou sociais, sempre para criar um clima alegre e fazer do seu evento único e especial. Criação de coreografias para bandas e grupos de dança e DJ´s.
AULAS PARTICULARES EM CASA.
- Aula especial e personalizadas para você.
- Aulas com hora marca por você.
- Aprendizado mais rápido e eficiente para você que aprender rápido.
- Modalidade: Forró, Samba de Gafieira, Zouk, Samba no Pé, Salsa, Tango, Bolero, Soltinho, Forró, Valsa, Bachata.
AULAS PARA GRUPOS
- Aula para grupo Personalizada.
- Modalidade: Forró, Samba de Gafieira, Zouk, Samba no Pé, Salsa, Tango, Bolero, Soltinho, Forró, Valsa, Bachata.
AULA PARA EMPRESA ( A Dança é uma das modalidades mais procuradas nestes projetos, pois tem baixo custo de implantação e tem ampla aceitação).
- Ganha a empresa e os funcionários.
- Diminuição do stress, desenvolvimentos do conceito de parceria, concentração, sociabilidade, criatividade, motivação, coordenação e ritmo, saúde.
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- Aulas de dança para noivos.
- Coreografia personalizada para noivos e padrinhos.
- Shows de danças ( Samba, Zouk, Disco, Salsa, Forró, Tango e dança Esportiva).
- Abertura personalizada de festa.
DEBUTANTES
- Professores de dança particulares para debutantes.
- Aulas de dança e coreografia para debutante e 15 casais.
EVENTO CORPORATIVOS E SOCIAIS
- Shows de Dança ( Danças de salão, Danças Populares, Disco/Black)
- Festas temáticas ( Noite Brasileira, Noite Caribenha, Noite Disco).
- Personal Dancer ( professor ou dançarinos particular, equipe para animação de convidados).
- Animação e Entretenimento de convidados ( aulas de dança, interação).
DJ´S
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segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Forró
Origem da palavra:
Encontramos duas possíveis origens para o nome: a mais popular, defendida por Luiz Gonzaga, diz que forró viria do inglês "for all" - para todos - que designava os bailes realizados por ingleses em Pernambuco no início do século e que eram abertos a todos. Nestes bailes tocavam todos os tipos de música e também o ritmo precursor do forró atual. A segunda versão é dada pelo historiador e pesquisador da cultura popular Luís da Câmara Cascudo, que diz que a origem é o termo africano "forrobodó", que significaria festa, bagunça. Em alguns povoados pequenos do país (como na Ilha Grande- RJ ou na Ilha do Mel- PR) forró significa bailão popular ou arrasta pé, onde se dança de tudo.
Algumas ramificações do forró:
a) como dança e música: baião, xote, xaxado, coco, vanerão, quadrilhas juninas ...
b) como música: forró malícia (principal representante é Genival Lacerda), lambaforró, oxentemusic ...
A primeira música:
Consta como sendo "Baião"- (1946) de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, porém podem haver gravações anteriores.
Como surgiram os ritmos que compõem o forró:
O baião: sua origem remonta ao século XIX, no nordeste do país, mas faltam informações precisas para esse início. Segundo alguns, a palavra vem de " baiano". O baião veio do lundu e era dançado em roda; um dos presentes intimava os outros a dançar por meio de umbigadas e toques de castanholas. A popularização do ritmo se deu mesmo a partir da década de 40, com Luiz Gonzaga, pernambucano que veio para o Rio de Janeiro e gravou inúmeras músicas, que falavam do cotidiano nordestino. Esse tipo de baião cantado sofreu influências de outros ritmos, como o samba e a conga. Nos anos 70, Gil e Caetano com o tropicalismo e o interesse em resgatar os ritmos genuinamente brasileiros, deram nova força ao baião.
O baião apresenta diferenças regionais e de época. Existe o baião de Pernambuco, que é o tradicional, tocado com sanfona, triângulo e zabumba, cujos maiores representantes são Luiz Gonzaga e Dominguinhos. Já o baião de Fortaleza (grupo Mastruz com Leite) incorporou instrumentos mais modernos, como guitarra e bateria.
O xote: ritmo de origem européia que surgiu dos salões aristocráticos da época da Regência - final do séc XIX. Conhecido originalmente com o nome schottisch, dominou no período do Segundo Reinado incorporando-se depois às funções populares urbanas, passando a ficar conhecido como chótis e finalmente xote. Saiu dos salões urbanos para incorporar-se às regiões rurais, onde muitas vezes aparece com outras denominações.
O xaxado: o nome provém do som que os sapatos faziam no chão ao se dançar; é uma dança do agreste e sertão pernambucano, bailada somente por homens, que remonta da década de 20. O acompanhamento era puramente vocal, melodia simples, ritmo ligeiro, e letra agressiva e satírica. Tornou-se popular pelos cangaceiros do grupo de Lampião.
O coco: dança de roda do norte e nordeste do Brasil, fusão da musicalidade negra e cabocla. Acredita-se que tenha nascido nas praias, daí a sua designação. O ritmo sofreu várias alterações com o aparecimento do baião nas caatingas e agreste. Como compositor que popularizou o ritmo podemos citar Jackson do Pandeiro.
O vanerão: é o forró dançado no sul do país. Caracteriza-se por ser uma dança em que os pares giram pelo salão com imensa mobilidade e rapidez.
As quadrilhas juninas: são de natureza rural, da tradição européia, do culto ao fogo, anteriores ao cristianismo. A Igreja Cristã adaptou a festa de São João para absorver os cultos agrários pagãos. No Brasil a festa é acompanhada de muita música e dança: a quadrilha (dança das Cortes européias), o baião, o xote entre outros.
Atualmente o forró está sofrendo alterações em relação ao seu perfil original com o surgimento de novos grupos musicais e o sucesso que está fazendo entre os jovens. "A maioria destes grupos se formou após a febre da lambada, e a música que eles fazem é chamada de lambaforró ou oxentemusic. A dança também se modificou, assimilando passos da lambada (principalmente os giros)" afirma Dominguinhos. Diz, ainda, "que da mesma forma que o pagode ressuscitou sambistas antigos, como Martinho da Vila e Paulinho da Viola, os novos grupos de forró estão ajudando a divulgar o ritmo e suscitar interesse nos velhos mestres, como ele e Gonzagão". Podemos concluir, portanto, que o forró é um caldeirão de culturas de várias épocas e regiões que vai se modificando e se adaptando a cada geração.
Fonte: andreiudillof.com.br
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Valsa
A dança foi surgindo nas regiões campestres da Áustria e Alemanha, a partir do minueto (dança em que os pares dançavam separados) e do Laendler (dança campesina mais antiga). Sua característica alegre e envolvente logo levou o ritmo à preferência de muitos, com exceção das classes aristocráticas e camadas sociais mais altas, que a consideravam imoral e vulgar. Em algumas partes da Inglaterra e em cortes alemãs, a dança foi proibida por algumas décadas. Por ocasião do Congres-so de Viena (1814/1815: reunião inter-nacional que restabeleceu o equilíbrio europeu após a derrota de Napoleão Bonaparte) a valsa foi vencendo as barreiras do pre-conceito e em pouco tempo se fez pre-sente nos salões, palácios e cortes imperiais, animando suntuosas e fre-qüentes festas à luz de grandiosos candelabros.
Isso se deu principalmente em Viena: a dança passou então a ser considerada de gran-de elegância, vindo a substituir os mi-nuetos e gavotas, antigas danças fran-cesas. Atualmente, a valsa mantém-se presente em ocasiões tradicionais: bailes de formatura e debutantes, festas de casamento, etc.
No Brasil a valsa teve importância fundamental na vida musical urbana, tanto como música de dança nos salões aristocráticos, seja como música cantada popularmente pelos seresteiros e que posteriormente foram denominadas "serestas".
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COMO FOI SURGINDO A LAMBADA
1a fase.
A dança teve suas origens na evolução do modo de dançar o carimbó (ritmo africano da região amazônica). Devido a proximidade geográfica com o Caribe, a música sofreu influências de ritmos como a cumbia e o merengue. O carimbó começou a ser dançado a dois e devido ao sucesso na região migrou para o nordeste. A partir daí, sofreu influências do forró, e chegou ao sul da Bahia, em Porto Seguro, já com o nome de lambada e com compasso quaternário (pois no norte era dançado com compasso binário, como o merengue). Devido à forma de se dançar com as pernas do casal muito unidas, o ritmo também era chamado de “rala-coxa”. Neste período surgiram as lambaterias. A lambada dessa fase era marcada lateralmente com dois movimentos para cada lado. O carnaval baiano conseguiu lançar a lambada para o sudeste do país, mas a força dessa primeira explosão durou apenas uma temporada.
2a fase.
Ironicamente, dois empresários franceses foram os responsáveis pelo nova fase de sucesso do ritmo. O grupo Kaoma, lançado por eles na Europa, estourou no mundo inteiro até no Japão, com a música Chorando se Foi (versão de um sucesso boliviano), retornando assim ao sudeste do nosso país em 1989. Foi a partir dessa época que foram incorporados na dança os muitos giros e passos acrobáticos, o que para muitos descaracterizou a dança da 1a fase na qual o casal dançava bem junto. Depois de um intenso período de gravações de música de lambada (em que vários grupos e cantores pegaram “carona” no sucesso do ritmo), a lambada brasileira como música praticamente desapareceu. As pessoas que gostavam da dança foram buscar no exterior músicas que permitissem continuar a prática da lambada.
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domingo, 25 de setembro de 2011
Tango
O tango apareceu em Buenos Aires a partir do final do século passado derivando da habanera, da milonga e de certas melodias populares européias. Nos salões, ele começou a ser dançado nas décadas de 30 e 40. A maneira de dançar o tango foi se modificando e evoluindo de acordo com a época. Entre 1870/1900, dançava-se uma coreografia sem música definida (podia ser valsa, polka ou habanera). É a partir do fim de 1880 que surge o tango como música. A coreografia que se dançava era totalmente improvisada, com muitas paradas chamadas "cortes" (o dançarino parava de dançar para fazer poses com a sua parceira) e "quebradas" ( movimentos de cintura imitados dos negros). Os pares dançavam muito unidos, o que era escândalo para a época. É desta época a figura chamada de "parada".
Nas duas décadas seguintes, o desenho realizado no chão com os pés é o que é valorizado na dança. É desta época os passos denominados "meia-lua" e "oito". Nesta fase os pares se distanciam e os corpos formam um arco, provavelmente em função da criação do desenho no piso. Entre 1920 e 1940, a postura dos dançarinos se modifica mais uma vez, tornando-se mais elegante; é quando surge o tango de salão. Já não interessa apenas o dançar e sim como dançar. É na década de 40 que se inicia a massificação do ritmo, pois foi quando mais se dançou o tango. Porém não houve um ganho na qualidade. Apenas nas décadas de 50 e 60 que os famosos "ganchos" e suas variações- tão popularizados no tango de apresentação- aparecem. Em 1970 a maior influência que o ritmo sofre é a do ballet clássico.
A paixão atual do mundo pelo tango se deve em grande parte pelo espetáculo "Tango Argentino" (de 1983) , produzido por Cláudio Segovia e Héctor Orezzoli, apresentado com sucesso na Europa e América. A partir deste espetáculo se revitalizou no mundo o interesse pelo aprendizado do ritmo. Segundo Segovia o espetáculo criou o tango-dança, que não existia antes (tango como espetáculo) e despertou o interesse e o desejo de aprender a dançar. Diz também que o tango não é um ritmo que se aprende em poucas aulas. "A colocação do corpo, a cabeça, o olhar, os ombros, os braços, o tórax, as pernas, saber caminhar com passos largos e elegantes, é um processo que pode levar muito tempo. Depois de tudo isso, pode-se começar a aprender os passos." , completa Segovia.
No Brasil, no início deste século, o que se chamava de tango brasileiro era em realidade o maxixe, pois foi a forma que os nossos compositores encontraram para burlarem o preconceito deste ritmo genuinamente nacional e precursor do samba.
Nas duas décadas seguintes, o desenho realizado no chão com os pés é o que é valorizado na dança. É desta época os passos denominados "meia-lua" e "oito". Nesta fase os pares se distanciam e os corpos formam um arco, provavelmente em função da criação do desenho no piso. Entre 1920 e 1940, a postura dos dançarinos se modifica mais uma vez, tornando-se mais elegante; é quando surge o tango de salão. Já não interessa apenas o dançar e sim como dançar. É na década de 40 que se inicia a massificação do ritmo, pois foi quando mais se dançou o tango. Porém não houve um ganho na qualidade. Apenas nas décadas de 50 e 60 que os famosos "ganchos" e suas variações- tão popularizados no tango de apresentação- aparecem. Em 1970 a maior influência que o ritmo sofre é a do ballet clássico.
A paixão atual do mundo pelo tango se deve em grande parte pelo espetáculo "Tango Argentino" (de 1983) , produzido por Cláudio Segovia e Héctor Orezzoli, apresentado com sucesso na Europa e América. A partir deste espetáculo se revitalizou no mundo o interesse pelo aprendizado do ritmo. Segundo Segovia o espetáculo criou o tango-dança, que não existia antes (tango como espetáculo) e despertou o interesse e o desejo de aprender a dançar. Diz também que o tango não é um ritmo que se aprende em poucas aulas. "A colocação do corpo, a cabeça, o olhar, os ombros, os braços, o tórax, as pernas, saber caminhar com passos largos e elegantes, é um processo que pode levar muito tempo. Depois de tudo isso, pode-se começar a aprender os passos." , completa Segovia.
No Brasil, no início deste século, o que se chamava de tango brasileiro era em realidade o maxixe, pois foi a forma que os nossos compositores encontraram para burlarem o preconceito deste ritmo genuinamente nacional e precursor do samba.
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Soltinho
Não sabemos ao certo como e quando o soltinho apareceu aqui no Brasil. Em nossa pesquisa encontramos a dança como uma variação do Eastern Country Swing Americano, com a diferença do soltinho ter a marcação do passo básico para os dois lados. Também foi chamado em algumas fontes de swing ou rock brasileiro.É uma dança que junta a ginga e o improvisação brasileira ao rock e o swing dos EUA.
O primeiro ponto a ser esclarecido é que, diferente da maioria dos outros ritmos (como o samba, o tango ou o rock), o soltinho é apenas dança, não tendo música característica. Não se pode afirmar: esta música é um soltinho, e sim, esta música pode ser dançada como soltinho. E que músicas são essas? Todas as que tenham balanço, que normalmente eram dançadas separadas (ver quadro abaixo CDs para dançar). Experimente entrar em uma loja de CDs e pedir um de soltinho. Se o vendedor for honesto (e não fizer aula de dança) dirá que não sabe o que é, pois o termo é conhecido apenas no mundo da dança de salão.
No Rio de Janeiro o soltinho começou a ser dançado a partir da década de 80. Nos salões paulistanos ele começou a ser dançado no início da década de 90, pegando carona com o sucesso do samba de gafieira e do bolero vindos do Rio de Janeiro. O ritmo é contagiante pela sua relativa facilidade no aprendizado (não necessita da técnica do samba de gafieira ou do tango), pelos giros e alegria dos passos e pela improvisação no estilo. Além disso o soltinho pode substituir outras danças: pode se dançar um swing, um rock lento ou mesmo um fox-trot.
O primeiro ponto a ser esclarecido é que, diferente da maioria dos outros ritmos (como o samba, o tango ou o rock), o soltinho é apenas dança, não tendo música característica. Não se pode afirmar: esta música é um soltinho, e sim, esta música pode ser dançada como soltinho. E que músicas são essas? Todas as que tenham balanço, que normalmente eram dançadas separadas (ver quadro abaixo CDs para dançar). Experimente entrar em uma loja de CDs e pedir um de soltinho. Se o vendedor for honesto (e não fizer aula de dança) dirá que não sabe o que é, pois o termo é conhecido apenas no mundo da dança de salão.
No Rio de Janeiro o soltinho começou a ser dançado a partir da década de 80. Nos salões paulistanos ele começou a ser dançado no início da década de 90, pegando carona com o sucesso do samba de gafieira e do bolero vindos do Rio de Janeiro. O ritmo é contagiante pela sua relativa facilidade no aprendizado (não necessita da técnica do samba de gafieira ou do tango), pelos giros e alegria dos passos e pela improvisação no estilo. Além disso o soltinho pode substituir outras danças: pode se dançar um swing, um rock lento ou mesmo um fox-trot.
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quinta-feira, 22 de setembro de 2011
A arte da comunicação pelo corpo.
A dança é um dos meios de comunicação mais antigos. É por ela que o ser humano se expressa de forma livre e especial.
Wagner Brasil.
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Balada Latina - Recife/PE - 10 de Julho 2011
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Local: Escola Laiz Senna.
Bairro: Madalena Recife/PE.
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Workshop Cia Terapia Dança de Salão - Recife/Brasil.06 de Agosto 2011.
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